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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Drive
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Sobre o Drive, do Nicolas Winding Refn, tenho a dizer que ainda bem que não vi o trailer.
Não vou enganar ninguém, quem me conhece sabe que não sou apreciadora de pancadaria e ainda menos de perseguições de carros, mas assim que o filme começou, com a excelente banda sonora e o lettering cor-de-rosa, conveci-me que este não era um qualquer filme de pancadaria e perseguições de carros.
Não, este é um filme de pancadaria e perseguições de carros com muito bom gosto e quando é assim eu gosto.
[Poderia falar sobre o filme do Leonel Vieira que passou ontem na televisão, de como compreendo quando as pessoas dizem que não vêem cinema nacional porque tiveram o azar de apanhar com este tipo de filmes, mas é tão fácil falar mal que nem apetece.]
domingo, 11 de dezembro de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Somewhere
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"I wanted to write something minimal and moody" disse Sofia Coppola. E conseguiu, não mais.
Alguns momentos Lost in translation mas infinitamente menos sumo.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Indomável
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte I
Eu sou fã do Harry Potter, e assumo as consequências podem gozar à vontade, mas este filme não me encheu as medidas.
Não gostei que acabasse a meio, eu sabia que era só a primeira parte mas não tinha processado a informação.
Saí da sala desconsolada.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Cela 211

****E eu por norma entedio-me em filmes de acção, neste garanto que não terão um minuto de tédio. Viva o cinema europeu.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A Rede Social
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme
***
Recordo-me vagamento do Wall Street de 1987 (greed is good, lembram-se?) onde surge o investidor Gordon Gekko: o rosto da ganância desmesurada. Oliver Stone, realizador de ambas as películas, queria que pudéssemos ver este filme como sequela do primeiro, mas também enquanto obra independente e capaz de sobreviver sozinha. Conseguiu. Este filme é mais leve no conteúdo já que essencialmente trata um drama familiar mas é pesado no pano de fundo (a catástrofe económica ainda se faz sentir...) e, por isso, menos forte que o primeiro de 1987. Tem o condão de confirmar Oliver Stone como o grande cronista da história recente dos EUA. E tem o Gordon Gekko, e só por isso merece ser visto.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Eat Pray Love
Sábado à noite, arredores, centro comercial, cinema Lusomundo, pipocas, refrigerantes.
É como saír para dançar, mete um bocado de medo mas de vez em quando é preciso.
Esta cerejinha também entra no filme, e embora não seja nenhuma obra-prima eu saí de lá sorridente e durante a viagem de carro até casa não alimentei a minha ruga de estimação.
sábado, 2 de outubro de 2010
No Post Abaixo o Zé Moderou-se
Quando falou comigo sobre o Contraluz a conversa foi mais como esta:
Zé "Uma merda"
Chica "Mas o trailer até é fixe, aquela cena do GPS está engraçada"
Zé "Essa cena acontece aos 5min de filme, a partir daí é uma merda e tem música dos Santos e Pecadores"
Chica - arrepiada com a banda sonora mas não a ponto de largar a ideia -"Então e a promoção do António Feio?"
Zé "Pá, ele deviam ser amigos e como o António estava a morrer tanto lhe fazia por isso fez-lhe o favor"
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Contraluz
Aproveitam-se o Joaquim de Almeida e o trailer. Mais nada. Os antigos referiam-se ao que era mesmo bom como "isto vem de fora, do estrangeiro", ou seja, acreditavam que de cá não sai nada de jeito (e às tantas...). Fernando Fragata, manhoso, foi filmar para os EUA a ver se nos enganava: assim o filme "vem de fora". Querer ser moderno = provincianismo ao contrário. Será que por cá ninguém acredita em boas histórias? Em filmes simples? Já viram o cinema espanhol, brasileiro, francês, mexicano, argentino?!... Será que os realizadores tugas são como os concorrentes do Ídolos, que não têm amigos que os chamem à realidade e lhes digam o que eles andam realmente a fazer?
Um Profeta
Chamem-me perdulário por distribuir tanta estrela no mesmo dia mas este também é um filme excepcional. Quase sempre filmado numa prisão, o filme vive do argumento e dos actores que é como um bom filme deve ser. Quando emoldurado por imagens e planos competentes, torna-se excelente. Outra vez: porque é que não fazemos filmes assim?
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