domingo, 22 de janeiro de 2012
Trauma de Infância
quarta-feira, 27 de julho de 2011
2 dias
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Às vezes é preciso algo muito estúpido para acabar com o nosso silêncio
.1 "Apanhar medo" oi?
.2 Granda Chapa
.3 Só me vem à cabeça o filme Wilbur quer matar-se. Já passaram muitos anos desde que o vi no Festróia e, diga-se, ganhou o prémio de melhor filme, mas se a memória não me falha há uma cena em que Wilbur encontra uma colega da terapia de grupo a tentar suicidar-se num rio e vai salvá-la, uma vez que a consegue arrastar para terra firme desata a dar-lhe pontapés e a chamar-lhe nomes.
Fiquem com o trailer que essa cena em particular não encontrei, têm mesmo de ver o filme
domingo, 22 de maio de 2011
Porque será que os bares de praia nunca têm sucesso comercial?...
- Não há espreguiçadeiras?
- Ainda não.
- Ok, podemos então utilizar as sombras dos guarda-sóis [aqueles fixos, com ar tropical]
- Sim, à vontade.
- Ok, obrigado.
Nem começamos a andar à procura de lugar para estender as toalhas e somos abordados por um, digamos, cavalheiro que diz assim muito sério:
- O Sr. queria o quê?!
(deve ser o dono, pensei eu)
- Queria saber se há espreguiçadeiras.
- Não há! Tem as sombras e já não é nada mau. A época balnear ainda não abriu, amigo.
Podíamos ter respondido:
a) A época balnear não abriu, amigo, mas o seu bar já. O seu argumento é uma merda.
b) Ninguém falou consigo.
c) A praia está cheia, as espreguiçadeiras estão empilhadas. Ó amigo, você é danado para o negócio, pá!
d) Porque é que está de bóia se passa o tempo na areia de volta do bar? Ah, desculpe, não é uma bóia...
Mas não respondemos nada e fomos estender-nos o mais longe possível do bar de praia e do sossego que a música house conferia ao local.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Venham a mim
segunda-feira, 21 de março de 2011
Primavera
Ah, então é isso...
- Nós não descendemos dos que partiram, mas dos que cá ficaram.
Um homem rico
terça-feira, 1 de março de 2011
até já casa
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
*NOVIDADES*NOVIDADES*NOVIDADES*
1 - Este ano começou muito melhor do que os últimos anos
2 - Troquei esta mota por esta! (eu sei que the difference between men and boys is the price of the toys mas não quero saber - motor boxer rules!)
3 - Vou mudar de casa, outra vez (ver 1)
4 - Ich lerne Deutsch zu sprechen
5 - O ano ainda agora começou e já fiz uma viagem! (ver 2)
6 - Em ano de crise, mudei para as vendas - a sorte protege os audazes!
E pronto, cá vamos andando.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Às Pessoas Chatas
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Ano Novo
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Pontos de vista
Irmã: o carro deve estar fixe, vou levá-lo à Inspecção e logo se vê se passa. Nem oiço barulhos nenhuns nem nada...
Mecânico (em choque): Andam a ver se se matam, a andarem num carro assim? Já viu o estado em que isto está? Sem pinga de óleo? Com a suspensão neste estado? Com os travões presos?!
Moral da estória: amortecedores novos, rolamentos de roda novos, braços de suspensão novos, mudança, digo, colocação de óleo, mudança de filtros, mudança de travões, limpeza (talvez desinfestação) do interior...
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Deve ser Inverno
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Fiz um Desenho Muito Lindo
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Um Homem Rico
Sábado: acordar em Lisboa e arrancar logo para Azeitão com a S. para ir buscar a A. à equitação, deixá-la a tratar de si em Lisboa (coisas de mulher) enquanto vou a casa da Chica pôr a Vilma a passear. Apanhar a A. de volta, almoçar com elas em casa do J. e família e à tarde uma visita a uma instituição em S. João da Talha daquelas que poderemos vir a habitar quando o sweet bird of youth deixar de voar (família oblige). Retorno a Lisboa para apanhar a Vilma, depois rumo a Setúbal para deixá-la em casa e preparar para ir jantar a casa do M. em Alcochete com as minhas miúdas e os amigos de sempre. D. quer ir andar de mota na manhã seguinte (como em todas as manhãs de Domingo) mas eu digo que não me vou conseguir levantar e que por isso não vou. Sou insultado. As castanhas estavam óptimas, regresso a Setúbal de madrugada, M. e A. a dormirem no banco de trás.
Domingo: acordar em Setúbal. Faltei ao passeio matinal de mota (D. faz questão de me insultar via sms: diz-me, em 3 palavras, que estou a ficar um me-ni-no) vou passear a Vilma com a M., almoço com elas e de seguida arrancamos para Lisboa para ir ver uma exposição com uma data de amigos novos. Pastéis de Belém, piquenique no jardim, 25 ºC e um Sol firme em pleno Outono. Regressamos a Setúbal, jantamos, filme com S., adormecer exausto no sofá.
Diz-se que o tempo é a maior das riquezas que se pode ter. Eu, que tenho pouquíssimo e ainda por cima tenho de dividi-lo com elas, com os amigos e com a família, sinto-me um homem rico. Mas não é rico tipo Quinta da Marinha, é rico tipo Top 5 da Forbes.



